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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Mais detalhes sobre o ARRANCA-RABO na Câmara Municipal de Várzea Grande!
Vereadores "NO CABRESTO" dizem amém a Murilo Domingos revoltando população!
Irmão do prefeito, também envolvido nas denúncias (e com olho roxo por porrada), gritou para todo mundo ouvir: "Quem manda aqui sou eu!"


Uma briga entre os ex-secretários de Fazenda e Esportes de Várzea Grande, Toninho Domingos e Edilson Baracat, respectivamente, provocou um verdadeiro tumulto na frente da Câmara Municipal, onde seria lida uma denúncia contra o prefeito Murilo Domingos (PR). Toninho teria ficado irritado com alguns cartazes exigindo a saída do irmão e, por isso, não pensou duas vezes antes de partir para cima de Baracat. Em meio ao empurra-empurra, socos e ponta-pés (Edilson acertou alguns diretos no olho e face do empresário!) o irmão do prefeito esbravejou: “quem manda aqui sou eu”. A polícia foi chamada para conter os ânimos e Toninho foi levado para o Cisc do Parque do Lago, onde presta depoimento.

Enquanto a polícia tentava conter Toninho e Baracat, centenas de pessoas lotaram o prédio da Câmara para acompanhar a sessão, local em que seria lida as denúncias contra o prefeito. Todas as acusações foram feitas pelo ex-procurador da cidade, Antônio Carlos Kersting Roque, mas apesar da pressão, os vereadores preferiram não abrir nenhuma comissão processante contra Murilo. Argumentam que não há prova concreta contra o republicano. O curioso é que umas das denúncias tem como base uma condenação, em primeira instância, por improbidade administrativa, proferida pelo juiz Gonçalo Antunes de Barros.

Inconformado com a decisão dos parlamentares, o ex-procurador promete protocolizar uma nova denúncia contra Murilo no Legislativo. Ele acusa os vereadores de fazerem uma espécie de “força-tarefa” para proteger Murilo, mas garante que não vai desistir de acionar o republicano no parlamento estadual.

Wanderlei Cerqueira, presidente da Câmara O presidente da Câmara Wanderley Cerqueira (PR), por sua vez, não escondeu a irritação diante da pressão popular e ao ser questionado pela imprensa sobre o seu posicionamento, ele perdeu as “estribeiras” e respondeu exaltado que já havia cumprido o seu papel enquanto presidente. Argumentou que não tem poder de voto e que, portanto, qualquer tipo de questionamento deve ser feito aos vereadores que absolveram Murilo. (Fonte: RDNews)

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