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segunda-feira, 23 de março de 2015

ENTERRADO VIVO!
IMPRENSA BAJULADORA E "MAMADORA" NAS TETAS DA ASSEMBLEIA SOB COMANDO DE RIVA, HOJE FESTEJA SUA DESGRAÇA ESTAMPANDO MANCHETES QUE SÓ CONTRIBUEM PARA QUE APODREÇA NA FÉTIDA CELA DO CARUMBÉ SOB COMANDO DOS HOMENS DE PEDRO TAQUES!
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(POR ELY SANTANTONIO)

Este mundo é uma desgraça, cheio de desgraçados. São poucos os que não costumam cuspir no prato em que comeram. Infelizmente, o passado me condena e não tenho como entrar nessa seleta lista. De qualquer forma, me entristece ver a forma sacana de como a maior parte da imprensa regional, vezeira e costumeira na arte de mamar nas tetas da Assembleia, especialmente nos 20 anos sob comando do então deputado José Riva, hoje se delicia estampando manchetes e jogando pás de cal em seu sepulcro, mais especificamente na fétida cela destinada a ele no presídio Carumbé por seu arqui-rival Pedro Taques. Todos contribuindo para que de lá não saia tão cedo, já perfazendo mais de um mês de prisão. Sites e blogues, nesta segunda (23) estão repletos de matérias negativas envolvendo o ex-parlamentar, sua esposa Janete Riva e conhecidos empresários envolvidos em operações da PF. 

Estamparam wm manchetes garrafais que denúncia formulada pelo Ministério Público Federal (MPF) e acatada pela Justiça na último dia 11 de março aponta  que a ex-candidata ao governo de Mato Grosso, Janete Riva, utilizou a conta corrente do delator na operação Ararath, Junior Mendonça, para lavar R$ 700 mil e adquirir, em continuação da operação financeira, 40% de capital social da empresa Multimetal Engenharia de Estruturas LTDA (BAGGIO E CIA LTDA.), prestadora de serviço para o consórcio responsavel pelas obras do VLT e integrante do consórcio responsavel pela reforma do Aeroporto Marechal Rondon. O esquema teria sido formulado a mando de José Riva e objetivava o desvio de verbas destinadas às obras da Copa do Mundo 2014.

Segundo MPF, José Riva teria convencido Júnior Mendonça a tomar empréstimo em nome de sua empresa, Comercial Amazônia de Petróleo, junto ao Bic Banco, para levantar a quantia de R$ 3 milhões. Do valor emprestado, R$700 mil teriam sido pagos, em três depósitos, ao empresário Altair Baggio. Em respeito às irregularidades, as operações financeiras não foram registradas na Junta Comercial do Estado de Mato grosso ou perante a Receita Federal do Brasil. 

 “Janete Gomes Riva, com vontade livre e consciente, atendendo a determinação de José Geraldo Riva, no dia 25/2/2011 dissimulou a origem e a natureza criminosas (gestão fraudulenta e operação clandestina de instituição financeira), assim como a propriedade, ao se valer de recursos oriundos da conta corrente nº 141005570, agência 24 do BIC Banco, de titularidade da Comercial Amazônia de Petróleo, de propriedade de Gércio Marcelino Mendonça Junior, decorrentes do contrato de mútuo de n.º 136075, celebrado entre a Comercial Amazônia e o próprio BIC Banco, gerando a cédula de crédito bancário n.º1131607, no valor total de R$ 3.000.000,00, tendo utilizado parte desse valor, ou seja, R$ 700.000,00, divididos em três parcelas nos valores de R$ 200.000,00, R$ 300.000,00 e R$ 200.000,00, transferidos por via de três TED's, para contas correntes da empresa Multimetal Engenharia DE Estruturas LTDA (BAGGIO E CIA LTDA.)”, afirmou o MPF em sua denúncia.

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