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domingo, 10 de agosto de 2014

Silval Barbosa e o lendário "Rambo do Pará"


As pessoas que conhecem a fundo a história do misterioso enriquecimento do governador Silval Barbosa (antes mesmo de entrar na política) afiançam que tudo começou com a morte do perigosíssimo Márcio Martins, o "Rambo do Pará" (numa raríssima foto da década de 90 em entrevista à revista VEJA), após um cerco da polícia paraense ao seu "bunker" no garimpo Castelo de Sonhos", no início dos anos noventa onde foi executado com um tiro de escopeta no rosto. Rambo possuia uma frota de aeronaves, entre elas helicópteros usados em invasões a garimpos. Em Mato Grosso ficou preso por menos de uma semana no primeiro batalhão da PM, no Porto, de onde saiu pelo portão da frente após subornar autoridades policiais e governo da época com mais de 10 quilos de ouro, conforme denúncias. Crime cometido: invadiu um garimpo no Norte do Estado usando helicóptero e metralhadoras. Levantamentos feitos por policiais no local constataram cerca de 20 garimpeiros mortos, além de outras dezenas de desaparecidos. Nessa época, conforme revelações feitas em 2006, o então candidato a vice-governador na chapa de Blairo Maggi, o deputado e ex-presidente da AL-MT Silval Barbosa, era o braço direito de "Rambo" e passou a administrar toda fortuna deixada após sua morte. A ausência dos familiares à frente dos negócios (aviação, fazendas, postos de gasolina, entre outros) decorria do medo de terem o mesmo fim de Márcio Martins. Garantem os mais antigos, que Silval conheceu "Rambo" quando trabalhava como  segurança numa famosa boate  (SARAMANDAIA) em Alta Floresta (nortão MT), onde mais de 300 mulheres alegravam garimpeiros no auge da extração de ouro em Mato Grosso, na década de 80.

APELIDADO  "RAMBO" APÓS EXECUTAR 5 GARIMPEIROS E PULAR SOBRE OS CADÁVERES
   Márcio Martins da Costa, o  “Rambo do Pará”, chegou preso em Cuiabá após invadir o “Garimpo Trairão”, ao norte de Mato Grosso, onde a PM encontrou  na época os corpos de 16 garimpeiros executados com tiros a queima roupa e foi informada por sobreviventes que dezenas de outros  foram jogados de helicópteros  na mata e não tiveram seus corpos  localizados. Segundo relatos do pioneiro minerador Léo Heck, conhecido como “Onça Branca” (um dos poucos a enfrentar Rambo cara a cara e permanecer vivo), em 1989 chegou ao Vale da Esperança, no Pará,  o mineiro Márcio Martins da Costa, aos 23 anos, num avião em sociedade com outro piloto, era tudo o que tinha de patrimônio, US$10mil. Começou a transportar garimpeiros, ganhou muito dinheiro, até concretizar sua primeira invasão, quando irrompeu no “Garimpo Esperança IV” a bordo de um helicóptero disparando duas submetralhadoras americanas Ingram, abatendo cinco garimpeiros, empilhando seus cadáveres e pulando sobre eles, foi o suficiente para surgir a fama de Márcio, o “Rambo do Pará”. O novo dono do pedaço exigiu como tributo de cada dono de draga do “Garimpo Esperança IV” apenas 90 g de ouro, o que lhe rendeu US$320mil com que pagou os custos da operação belicosa, como transporte, homens, e as armas vindas de Miami. Depois disso impôs a sua ordem e o seu comércio. Criou mineradora, empresa de aviação, lojas de equipamentos para garimpeiros, ou compra de ouro, postos de gasolina, da bandeira Shell, e outros bens e serviços. O óleo diesel no Vale da Esperança era revendido ao preço 130% maior que na região, o que lhe rendia 5,5 kg/ouro/mês; A hora de vôo era de 25 gramas/ouro, mas Márcio cobrava 80 gramas; Se no vilarejo de Castelo dos Sonhos um botijão de gás custava o equivalente a 0,6 grama, na mão do Márcio valiam 3 gramas, o que lhe dava 0,460/ouro/mês; A mesma lógica comercial para os remédios, como contra a malária, que custavam 0,3 gramas/ouro e eram vendidos pelo dobro. A doença, que acometia metade dos garimpeiros uma ou duas vezes ao ano, consumiam 10 gramas de ouro a cada tratamento; Luxos como quatro latinhas de cerveja custavam 1 grama, e uma garrafa de água mineral 0,20 grama.

FORTUNA INCALCULÁVEL E MAIS DE 300 CADÁVERES

Márcio Martins em três anos amealhou um patrimônio de 17 aviões, sendo um deles avaliado em US$600mil, 05 caminhões, 06 postos de combustíveis e outros bens não contabilizados como milhares de hectares de terras e centenas de quilos de ouro por que arrecadava por baixo 80 kg de ouro por mês nos seus três garimpos. Montou uma rede de rádios-amadores na região MT/PA e contava com um grupo armado de 60 homens que controlavam 2.000 garimpeiros. As mortes debitadas a Márcio Martins começaram em 02/09/1989, quando pulou do helicóptero com as submetralhadoras, executando cinco homens, e, incontinenti, invadindo “Castelo dos Sonhos” e fazendo tombar mais quatro. Depois disso, contou-se 300 cadáveres debitados em seu nome até fechar o inventário com os três mortos na invasão do “Garimpo do Aquino”, em 09/01/1992. Ao final do mês de janeiro de 1992 chegaria ao fim a crônica do “Rambo do Pará”. 

MORTE VIOLENTA DE SENADOR ACELEROU QUEDA DE "RAMBO"

Além do comércio que girava ao redor do ouro, o grupo começou a trabalhar com cocaína, refinando no Vale da Esperança (PA) o produto vindo de Rondônia e o transportando para o mercado consumidor paulista. Um dos seus mecânicos de aviões, Cézar Luís Camargo, relatou que Márcio possuía dois laboratórios de refino em sociedade com o deputado federal de Rondônia Jabes Rabelo, que teve o irmão Abidiel preso ao transportar 500 kg de cocaína em São Paulo, e o assombro, portando uma carteira funcional do Congresso. A queda de RAMBO começou a partir do momento que o Palácio do Planalto, em Brasília, passou a se inquietar com a "colombialização" de Rondônia, e o sul do Pará estava no mesmo caminho, como reduto de banditismo, fugitivos, bandos armados, tráfico de drogas e armas, e o pior, os aviões desciam no garimpo para carregar ouro para gabinetes refrigerados que detinham o poder, em Belém ou Brasília. O próprio Márcio reclamava disso, e dizia que as propinas para autoridades estavam pesando no seu orçamento. Ocorreu que durante a campanha eleitoral para governador de Rondônia, o senador Olavo Pires foi executado por um dos pistoleiros de Márcio, chamado “Polaquinho”. Aparentemente, o senador deu um baile no negócio de drogas do outro sócio, o deputado Rabelo, por que a polícia paulista apreendeu seu avião transportando 50 kg de cocaína, e o combinado entre eles era de transportar apenas 5 kg. Temendo serem passados prá trás, acabou que a morte do senador foi tramada numa das fazendas do Vale da Esperança. O acerto foi presenciado pelo mecânico Cézar, que também apontou conexão com o governador Barbalho porque quando ministro visitara a sede do grupo da família Rabelo em Porto Velho. 

****A EXECUÇÃO*** 

O governador do Pará Jader Barbalho ( apontado como amigo e sócio em algumas empresas de "Rambo") foi cobrado pelo ministro da Justiça Jarbas Passarinho pela falta de ordem no Pará. Sem poder evitar, Barbalho deu a ordem e a PM agiu. Dois helicópteros circularam a sede de uma fazenda de Márcio Martins da Costa, que não se importou porque lhe disseram que o Departamento Nacional de Pesquisa Mineral faria um serviço de geologia por perto. Mas as máquinas desceram na fazenda e dela pularam uma dúzia de pés-pretos com uniformes e equipamentos de combate. Os capangas fugiram pelo mato e Márcio se escondeu numa das paredes falsas da casa e lá permaneceu por 18 horas bebendo água mineral e comendo rapadura. A PM vasculhou todos os arredores até escurecer. No dia seguinte, se ouviu o som dos helicópteros decolando. Quando a porta falsa do esconderijo se abriu e dela emergiu um rapaz com os membros entorpecidos pela imobilidade de uma noite inteira. Ao virar os olhos pela sala o temível “Rambo do Pará” levou um tiro de escopeta no rosto e enquanto seu corpo caía outro tiro estourou seu coração, antes de tocar o solo dezenas de gramas de chumbo acabaram rasgando seu corpo. A PM cumprira a missão. A região sul do Pará estava pacificada.

ROUBALHEIRAS NO GOVERNO SILVAL BARBOSA
 Pedro Taques afirma que OS maquiava números 

 Muita gente  (incluindo familiares e amigos do governador) ficou milionária no governo Barbosa, sem qualquer punição até o momento, e os métodos usados nas roubalheiras afloram a cada dia que passa... O candidato ao governo pela oposição Pedro Taques (PDT) criticou duramente a gestão da Saúde no atual governo durante agenda de campanha cumprida neste final de semana na região médio-norte do Estado. O pedetista apontou falhas e desvios de recursos na terceirização da Saúde feita no governo de Silval Barbosa, o "Mão de Pelúcia". "Um dos exemplos mais escandalosos que temos é o fato do Hospital Metropolitano de Várzea Grande receber para fazer nove mil procedimentos e realizar apenas 334. A organização maquiava o número para receber o dinheiro (COM QUAIS FIGURÕES BARBOSIANOS OS LUCROS ERAM DIVIDIDOS?) sem cumprir o contrato, escolhendo pacientes com procedimentos considerados menos graves e de baixo custo", afirmou o senador, que já afirmou reiteradas vezes que pretende rever a política de saúde adotada pelo atual governo.

"Pedro Taques é o braço político dos agiotas em MT", denunciou  Muvuca 
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"Sumiu com Arcanjo para colocar amigos no seu lugar"


A prisão do comendador João Arcanjo proliferou a abundância de agiotas, mafiosos  e outros criminosos que agem acima da lei, em Mato Grosso. A maioria deles, segundo Muvuca, firme no propósito de colocar o amigo Pedro Taques no comando do Estado.

O candidato ao governo de Mato Grosso, José Marcondes "Muvuca" (PHS), realizou um ato na  quinta-feira (7) em defesa da regulamentação dos trabalhadores com equipamentos sonoros, entre eles os carros automotivos. Na ocasião, Muvuca denunciou que seu principal concorrente, o senador Pedro Taques, está mentindo para população com a história de que foi ele o responsável pela prisão do ex-bicheiro. " E se foi ele, o objetivo era colocar outra 'gang' no comando, e a Operação Ararath mostrou que esses investigados estão apoiando a candidatura do senador Pedro Taques. Ele, portanto, seria em tese o braço político dessa turma. Sumiu com Arcanjo para colocar amigos em seu lugar", afiançou o candidato.

Riva recorre à Brasília para assegurar candidatura 


 A defesa do candidato a governador José Riva (PSD), protocolizou na tarde do sábado (9), no Tribunal Regional Eleitoral (TER) o recurso contra a impugnação da candidatura, julgada na última quinta-feira (7), pela Justiça eleitoral do estado. O recurso segue de forma eletrônica para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O relator do processo deve ser definido já neste domingo (10). De acordo com o advogado José Rosa, coordenador Jurídico da campanha de Riva, o recurso deve ser julgado pelo pleno do TSE ainda no mês de agosto.

 EX-MINISTRO EM AÇÃO

 O ex-ministro e advogado José Eduardo Alckmin é o responsável pela defesa do recurso de José Riva no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ela se baseia, entre outras coisas, nos mesmos fundamentos defendidos em MT pelo advogado que comanda a banca jurídica de Riva, José Antônio Rosa. Segundo ele, o parlamentar não se enquadra nos quesitos impostos pela lei para que um candidato seja considerado inelegível.
HOMEM BOMBA fora das grades 

 O ex-secretário de Fazenda do Estado e "Homem Bomba", Eder Moraes, saiu da prisao, em Cuiabá, onde estava recolhido desde o dia 23 de julho passado. Ele foi solto no sábado (9), após o cumprimento de habeas corpus concedido pelo ministro Dias Toffolli, do Supremo Tribunal Federal (STF).

quinta-feira, 7 de agosto de 2014


Riva continua firme no objetivo de governar Mato Grosso 


 O deputado José Riva (PSD), que teve candidatura a governador impugnada pelo TRE-MT, nesta quinta-feira (7), afirmou que dará prosseguimento à sua campanha eleitoral. "É lógico que isso gera um desconforto e uma angústia. Mas não ficarei desanimado. Continuarei estimulado, continuarei tocando minha campanha", afirmou. "Vou buscar os instrumentos legais para reverter essa decisão. Aliás, o TRE de Mato Grosso é o único do Brasil que está jugalndo dessa forma. Muitos outros políticos, em situação parecida com a minha, obtiveram registros de candidaturas no TRE e no TSE. Espero reverter essa decisão e continuar na disputa", afirmou. Riva atribui o resultado a uma pressão de seu adversário Pedro Taques (PDT). Sem citar nomes, ele disse: "Essa decisão é fruto da pressão vinda de um candidato que tem medo de me enfrentar na urnas. O Judiciário sofreu um verdadeiro massacre de quem não quer me enfrentar. Tenho fé de que conseguirei meu registro e, se assim for, vou ganhar a eleição". 

"ELE, PEDRO TAQUES, SABE QUE VOU GANHAR A ELEIÇÃO"
 José Riva, assim que soube do indeferimento da sua candidatura pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, na manhã desta quinta-feira (7), disse que a decisão "gera um desconforto, uma angústia, mas não um desânimo". Riva falou com os jornalistas na Câmara de Vereadores de Cuiabá, assim que apresentou o seu plano de governo aos parlamentares. Riva comentou que vai continuar a sua campanha ao governo, mesmo com a rejeição do registro da candidatura. "Vou buscar os instrumentos legais para continuar trabalhando minha candidatura, porque o TRE de Mato Grosso é o único do Brasil, que está julgando esses registros de candidatura dessa forma. Eu tenho visto muitos registros, por exemplo de Maluf, do Moreira Mendes, de outros, no mesmo sentido do meu serem aprovados no TRE e no TSE, então eu espero conseguir reverter. Vou em busca do recurso que eu tenho direito pra ser candidato e ser governador de Mato Grosso", observou. Riva também disse que o TRE sofreu uma pressão forte para votar contra o indeferimento por parte do candidato do PDT, Pedro Taques. "Não é bem uma pressão popular, é uma pressão vinda de um candidato que tem medo de enfrentar as urnas junto comigo. E ele (Pedro Taques) sabe que eu vou registrar minha candidatura e vou ganhar a eleição. Então, não foi nem uma pressão popular, foi uma mobilização, porque a minha equipe queria se mobilizar lá e eu não deixei porque acho que não é dessa forma que nós conquistamos nossos direitos. O Judiciário enfrentou uma verdadeira pressão, um verdadeiro massacre desse candidato que não tem coragem de me enfrentar nas urnas", cutucou.
UM "HERÓI" A SERVIÇO DE UM "NOVO MATO GROSSO"






Cercado, assessorado e financiado por mafiosos, gangsteres e outras representações criminosas que integram a milionária "elite" mato-grossense, o senador Pedro Taques (PDT) posa de "bom moço", herói imbatível que lutou corajosamente para colocar o comendador João Arcanjo na prisão. Os discursos no interior de MT giram em torno dessa "façanha". Tão "corajoso" que fugiu desesperado do simpático Muvuca (seu adversário nestas eleições - isto se não cassarem sua candidatura como já fizeram no TRE-MT e deverão tentar  no TSE com a do deputado José Riva) ao cruzar com ele num dos corredores do Senado, em Brasília, temendo sua "certeira pontaria"... Já está passando da hora de Mato Grosso conhecer a verdade!

SANGUE, MISTÉRIO E ROUBALHEIRAS 
Por R$ 23 milhões, Silval Barbosa contrata empreiteira usada por ele para desviar dinheiro do Estado, e cujo dono foi "SUICIDADO" com mais de 10 punhaladas na língua, costas e peito! 


 Mesmo após ser apontada pela Polícia Federal como uma das empresas envolvidas no suposto esquema de lavagem de dinheiro público em Mato Grosso, a empresa Encomind Engenharia Ltda, assinou um contrato milionário com o governo do Estado para recuperar as rodovias. De acordo com o extrato do contrato 153/2014, publicado no Diário Oficial do Estado (Iomat) nesta quarta-feira (06.08), o Estado contratou a empresa Encomind pelo valor de R$ 23.224.323,82, para a restauração de 44,36Km da rodovia MT-251 – conhecida como Rodovia Emanuel Pinheiro-, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães. Ainda de acordo com a publicação, o tempo do contrato é de 720 dias.

 Importante destacar que segundo as investigações da Polícia Federal (PF), que deflagrou em novembro de 2013 a operação “Ararath”, a empresa Encomind era uma das empresas usadas pelo ex-secretário de Estado Eder Moraes, pelo governador Silval Barbosa (PMDB) e pelo ex-governador, atual senador Blairo Maggi (PR), para “lavar dinheiro” e fraudar o sistema financeiro do Estado. Conforme as investigações, o “trio” adquiria empréstimos ilegais com Júnior Mendonça, por meio de suas empresas que funcionavam como um “banco clandestino”, para serem empregados em fins diversos, incluindo o financiamento de campanhas eleitorais, sem chamar a atenção dos órgãos controladores e fiscalizadores. Na busca de quitar a dívida, eles utilizavam empresas, entre elas Encomid, para quitar os empréstimos fraudulentos.

 Em depoimento na PF, Moraes chegou a acusar o governador de desviar dinheiro do erário estadual por meio de pagamentos feitos à empreiteira Encomind. Conforme busca realizada pelo VG Notícias no Fiplan – portal transparência do Governo do Estado -, de 2008 a 2014, a Encomind já recebeu do Estado mais de R$ 278 milhões (R$ 278.845.651,85). Deste valor, mais de R$ 130 milhões (R$ 131.925.442,47), foram repassados, entre 2008 a 2013, à Encomind a título de “outras despesas de capital” e “não aplicável à licitação”, os demais (R$ 146.920.209,44) a título de despesas com “compras e serviços, e obras e serviços de engenharia”.

 "SUICIDADO" COM PUNHALADAS 

 Com a Operação ARARATH da Polícia Federal voltou à tona a morte brutal do empresário ramo da construção civil, Carlos Garcia Bernardes, na época com 62 anos. O que antes era apenas uma hipótese de suicídio, mas deixou muita gente em dúvidas, até mesmo as pessoas que o conheciam mais de perto, agora as suspeitas de que ele tenha sido assassinado aumentaram. Um dos O donos da Construtora Encomind Engenharia, Comércio e Indústria Ltda., ele foi encontrado morto na noite de 17 de fevereiro de 2012 na casa de veraneio da vítima, no Morro do Chapéu, na região dos Lagos de Manso, em Chapada dos Guimarães. Carlos Garcia apresentava mais de 10 perfurações de punhal pelo corpo. Uma delas atravessou a língua, outras no peito, que atingiu o coração e varou nas costas e uma na nuca inclusive uma ou duas pelas costas, fato quase impossível, segundo a Polícia, mas agora pela citação de seu nome na “Operação Ararath”, envolvendo pagamentos de mais de R$ 112 milhões, dinheiro da época - hoje, mais de R$ 180 milhões corrigidos – pagos de maneira suspeita pelo Governo do Estado para a empresa Encomind.
MAIS "NHAPAÇÃO"  ESCANCARADA NO GOVERNO BARBOSA


Se o MPF, MPE ou até mesmo o desacreditado TCE for fundo no TRAMBICÃO, logo se descobrirá a lista de "mamadores", destinação do "excedente" e até mesmo o número exato de "contratados" a serviço do Estado. Mas de que adianta? A Justiça não pune!... O Governo de Mato Grosso pretende gastar nos próximos 12 meses cerca de R$ 79 milhões com a contratação de servidores terceirizados - copeiro, jardineiro, dentre outros. As três empresas vencedoras do pregão milionário e que irão dividir a bolada são Ecológica Serviços Técnicos, Coreco Terceirização e Serviços e Fortesul Manutenção e Serviços.
MAIS UMA PESQUISA "FURADA"? 

 Mato Grosso tem uma população estimada em 2014 em 4 milhões de habitantes. O IBOPE, contratado pela TV Centro América, que possui estreitas ligações com o governador Silval Barbosa e, consequentemente, com Lúdio Cabral (PT), destinou meia dúzia de "pesquisadores" para "cobrir" o Estado, onde em muitas povoações só se chega de avião ou barco. A informação é de que alguns (por estratégia de marketing)  já foram vistos com as indumentárias do instituto, entrevistando pessoas no centro de Cuiabá. Serão vistos também no Coxipó do Ouro, Dr. Fábio, Paraíso, Santa Isabel, Parque Geórgia, Pedra 90 e outras agromerações periféricas da Capital? E no interior do Estado? Usarão canoas, helicópteros ou tratores para ouvir o povão? Estradas inexistem ou foram destruídas no governo Silval Barbosa! Ou será mais uma dessas pesquisas "furadas", feitas para ludibriar e motivar o eleitorado a acompanhar um candidato "turbinado" por milhões extraídos dos caixa II, III e IV? Para piorar e desacreditar de vez a "encomenda", o valor a ser pago ao IBOPE (menos de R$ 60 mil) não cobre despesas de um "teco-teco" para percorrer 20 municípios em MT. Como o Estado possui quase 200... Resumindo, O instituto Ibope, está em Mato Grosso realizando um levantamento sobre intenções de voto para governador e senador. Os pesquisadores estão nas ruas desde o último dia 3, e as entrevistas se encerram nesta quinta-feira (7). A TV Centro América encomendou a pesquisa, por R$ 54.387,76. Serão 812 eleitores entrevistados, com margem de erro de 3%, para mais ou para menos.
ROUBALHEIRA SEM FIM 

 Não há fiscalização e nem punição contra os atos "nhapatórios" do governo Silval Barbosa. Até quando?... A Secretaria de Estado de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu) contratou a empresa OK Construção e Serviço, por R$ 12.997.517,75. A empresa fará a " manutenção" de rodovias não pavimentadas (MT´s 419,419,325 e 208) por trinta dias consecutivos. O contrato foi feito com dispensa de licitação.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Ex-senador Zanete e DEM de Rondonópolis deixam 

Taques e apoiam José Riva

Democratasa duranate adesão à candidatura de Riva ...
... E dirigentes do partido que compõe chapa de Taques: fora

 O ex-senador Zanete Cardinal (DEM) e toda a cúpula dos Democratas de Rondonópolis deixaram de apoiar a candidatura de Pedro taques (PDT) e anunciaram apoio à José Riva (PSD) para o governo do Estado. De acordo com o presidente do diretório municipal do DEM de Rondonópolis, Israel do Rolamento, a coligação “Coragem e atitude para mudar”, encabeçada por Pedro Taques, não respeitou a liderança e trajetória política do senador Jaime Campos (DEM) e isso seria uma das justificativas.

domingo, 3 de agosto de 2014

PARA A HISTÓRIA
Silval, governador sem palavra 

 Mato Grosso já teve outros governador caloteiros, mentirosos, descumpridores de promessas feitas em palanque, mas nenhum  tão completo quanto Silval Barbosa(PMDB). Levará décadas para que surja algum outro que supere Silval  nesses quesitos: O MT Integrado, principal programa de logística da gestão Silval Barbosa (PMDB), deve ficar com mais de 60% de suas obras para o próximo gestor concluir. Quem informou foi o secretário de Transporte e Pavimentação Urbana, Cinésio de Oliveira. Tanto o MT Integrado como VLT e outras obras da Copa foram anunciadas com pompa e muito dinheiro gasto em propaganda, como a serem "concluídas" antes de 2014.
NA BAHIA 
Preso homem que usou facão para desfigurar e matar rival amoroso


 SALVADOR - Operação realizada pela Polícia Civil na manhã da sexta-feira (1º), coordenada pelo Delegado Adelino Loyola e com o apoio de investigadores da 7ª Corpin/Ilhéus, prendeu, no Bairro Londrina, Cristiano Santana dos Santos, de 29 anos, acusado de matar, com golpes de facão, Elisvaldo Brito dos Santos, de 30 anos, morador do Barreiro, zona rural do município. O crime ocorreu no dia 20 de julho às margens da BR-330, na proximidade da AABB do município. Elisvaldo morreu após ter o rosto desfigurado a golpes de facão. Segundo a Polícia, teria motivação passional. Cristiano e Elisvaldo disputavam uma mulher.
Riva e Aray confiantes 
Riva e Aray afirmam que
 Os dois líderes da coligação “Viva Mato Grosso” o candidato ao Governo José Riva e seu vice Aray da Fonseca, ambos do PSD, prevêem uma grande queda do senador Pedro Taques (PDT) nas próximas pesquisas de intenção de voto ao Governo de Mato Grosso em decorrência da debandada de lideranças da base do pedetista.


Taques compara MT a pé de pequi


 Em campanha pela região de Jaciara, nesta sexta-feira (01.08), o candidato ao governo de Mato Grosso, senador Pedro Taques (PDT) usou de discurso duro para atacar os adversários. "Quero ser governador para acabar com essa bandalheira que está aí. Estado não é pé de pequi, onde qualquer um passa e mete a mão".


CHOQUE DE 13 MIL VOLTS MATA TRABALHADOR NO LIXÃO DE CUIABÁ

Um trabalhador morreu depois de receber uma descarga elétrica de 13.800 volts quando trocava de roupa em uma cabine no Lixão, no setor Norte da Capital. O episódio aconteceu na noite de quinta-feira (31), em uma cabine de medição que fica próxima ao lixão de Cuiabá, na região do Coxipó do Ouro. De acordo com relatos de moradores, Marcio Cesar de Arruda, 33, sofreu a forte descarga ao tentar trocar de roupa dentro da cabine. Ele fazia isso todas as noites, depois que encerrava o expediente de trabalho no aterro sanitário. Técnicos do Instituto Médico Legal (IML) estiveram no local e disseram que César sofreu uma descarga elétrioca instantanea e muito forte que isso foi acausa da morte.

 ACORRENTADO, AMORDAÇADO E EXECUTADO COM TIROS NO REAL PARQUE

Policiais militares, atendendo a chamamento de um popular, na manhã deste sábado, localizaram o corpo de um homem com pés e mãos acorrentados, além de uma mordaça. O local, em meio a um terreno baldio onde há um prédio em construção, nas proximidades próximo a uma obra, no bairro Real Parque, em Cuiabá. Segundo informações os policiais, lotados no 9º Batalhão da Polícia Militar, o corpo tinha vestígios de pólvora e perfurações que podem ser de tiros. O corpo estava em um matagal , mas de fácil visibilidade. Os populares encontraram a vítima facilmente e ligaram para a polícia. Não havia documentos de identificação da vítima. Segundo a oficial de área do 9º Batalhão, o homem mede aproximadamente 1,70 metros e tem o porte médio. O corpo será encaminhado ao IML para aguardar o reconhecimento. Técnicos do IML foram ao local e encaminharam o corpo para exames.

 PRESO EXECUTADO EM PENITENCIÁRIA CUIABANA 

O detento C.R.A., de 24 anos, foi morto por asfixia dentro do setor de triagem da Penitenciária Central do Estado (PCE), dois dias após ser transferido de uma cela do Raio 2 do presídio. Segundo a polícia, o preso teve um pano enfiado na garganta. Para garantir a execução, os detentos colocaram uma sacola plástica para evitar que C.R.A. conseguisse respirar. O corpo foi localizado no final da tarde de sábado (2), já em estado de rigidez cadavérica, indicando que ele teria sido assassinado no início da manhã. "Havia hematomas no rosto, mas não tinha lesão interna que explicasse a morte", explicou um policial. Para policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), que atenderam a ocorrência, o crime seria um acerto de contas entre os detentos. Ele teria sido transferido após ser ameaçado de morte na cela que estava preso. Um das hipóteses levantadas pelos policiais é que o rapaz tenha se envolvido com algum preso ou era suspeito de dedurar outros detentos, fato considerado uma "falta grave” dentro dos presídios. Os policiais informaram que C.R.A. estava preso sob acusação de roubo. Há dois anos, ele tentou assaltar uma farmácia em companhia de um cúmplice no trevo do bairro Santa Rosa e acabou caindo na trincheira que está sendo construída no local, facilitando a ação dos policiais. 

 JOVEM EXECUTADO A TIROS NO BAIRRO SÃO MATEUS

 O jovem R.V.G. dos Santos, de 22 anos, foi assassinado com um tiro na cabeça quando caminhava por uma das ruas do bairro São Mateus, em Cuiabá. O assassinato ocorreu por volta das 6h de sábado (2). Testemunhas disseram que dois ocupantes de uma motocicleta se aproximaram e que o rapaz que estava na garupa atirou. Levado em estado grave pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Pronto-Socorro de Cuiabá, o jovem morreu após passar pelo box de emergência. Para policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), o crime seria um acerto de contas. A vítima tinha várias passagens pela polícia e chegou a ser presa acusada de roubar uma uma farmácia na cidade de Sorriso (420 km ao Norte de Cuiabá) no início do ano. Assim que foi liberado, voltou para Cuiabá e estava morando no bairro São Mateus.