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terça-feira, 1 de julho de 2014


Governador embromador e caloteiro na mira de prefeitos revoltados


Uma comitiva com mais de 30 prefeitos, liderada pelos deputados Estaduais Baiano Filho, José Riva e Dilmar Dal´ Bosco se reuniram  com o governador Silval Barbosa, no Palácio Paiaguás, no último mês de junho. numa última tentativa  dos líderes na busca de que o Governo do Estado cumpra com programas e projetos assumidos. Mas, como sempre, saíram da reunião entupidos por novas promessas e mais embromações.

Entre os desabafos de revolta, o deputado Baiano Filho, que constantemente percorre os municípios, frisou os problemas enfrentados pelo Programa MT Integrado. O programa que deveria ser a tábua de salvação do interior, uma vez que a interligação por meio do asfalto solucionaria grande parte dos problemas sociais e logísticos, tornou-se um tormento para prefeitos e lideranças. Segundo prefeitos, a descomprometimento do Estado em depositar a contrapartida referente ao empréstimo de R$ 1,5 bilhão obrigou o BNDES a suspender os repasses ao programa, gerando transtorno com fornecedores e descrédito entre a população. 

Baiano aproveitou ainda para criticar a falta de compromisso do Estado com cerca de 40 municípios que aguardam pelo início das obras de construção dos Centros de Referencia de Assistência Social (CRAS e CRES). “Hoje temos 40 municípios que estão sendo enrolados pelo estado, criamos lei, demos condições de arrecadação para que a SETAS avançasse e hoje ouvimos o secretário dizer que estão sem recursos”, frisou.


RICO, PODEROSO E IMPUNE
Nem aí para Mato Grosso, Barbosa torra grana milionária com adesivagem


O governador Silval Barbosa (PMDB) contratou por mais de R$ 446 mil, a empresa Ralhid Akel-ME, cujo nome fantasia é Ativa Comércio e Serviços, adesivar a frota de veículos dos órgãos públicos do Estado.
De acordo com ata de registro de preço (041/2014) publicado no Diário Oficial do Estado (Iomat) que circulou na última quarta-feira (25.06), a empresa Ralhid Akel-ME foi contratada após vencer os dois lotes do pregão 22/2014 do governo do Estado, que visava contratar empresa para prestar o serviço de adesivagem e insufilme.
Conforme a publicação, o contrato entre a empresa e Estado, no valor de R$ 446.893,50, será pelo período de um ano.
ESTADO ABANDONADO
 Enquanto Silval Barbosa pretende gastar o montante com adesivagem e insufilme, prefeitos dos municípios de Mato Grosso e deputados estaduais cobram do Estado o envio de recursos para Saúde e Infraestrutura. Segundo eles, hospitais correm risco de fechar as portas por falta de recurso.
Vereador cuiabano e secretário de Mendes saem na porrada
Secretário e vereador saem na porrada

O vereador cuiabano  Wilson Kero-Kero (SDD) e o secretário de Serviços Público de Cuiabá, José Roberto Stopa, promoveram um verdadeiro “barraco” na sede da secretaria na tarde de ontem. A briga, segundo informações, chegou as vias de fato, e acabou na delegacia.
Segundo informações, Kero-Kero questionou Stopa se a não aprovação de seu cunhado num processo seletivo da secretaria era perseguição política contra ele. Apesar da resposta negativa, houve gritaria e xingamentos entre ambos. A briga só foi contida após a “turma do deixa disso” entrar em ação. Após a confusão, o vereador e o secretário se dirigiram ao Cisc (Centro Integrado de Segurança e Cidadania) para registrarem ocorrência.
RUMO AO PAIAGUÁS

Riva mostra força força política e pode 

desbancar  adversários poderosíssimos

Arrastando caravanas de dezenas de municípios, convenção do PSD tem bateria, tumulto e gritaria

O deputado estadual José Geraldo Riva (PSD) viveu a sua redenção pessoal na noite desta segunda-feira (30). Carregando um pequeno terço nas mãos, pouco mais de um mês depois de ter sido preso durante a quinta fase da operação Ararath, o candidato ao governo pelo PSD chegou carregado nos braços da sua militância política a convenção do seu partido, realizada no Centro de Eventos do Pantanal. Cerca de 3 mil pessoas, segundo os dirigentes partidários, compareceram ao ato político, que trouxe para Cuiabá mais de 70 prefeitos e 300 vereadores. A convenção homologou a candidatura de Riva e ainda lançou Rui Prado ao senador e o vice-governador Chico Daltro para deputado federal.
Demonstração de força política para encarar uma disputa que promete ser histórica para Mato Grosso. Em seu discurso, Riva garantiu que se falou durante todo o final de semana: sua candidatura é irreversível. "Essa candidatura não é balão de ensaio. Ela nasceu das bases e do cidadão que sonha com um estado melhor", afirmou o deputado.
Ciente das consequências de sua entrada no pleito, o candidato do PSD adiantou que a eleição será disputada no voto e na justiça. "Não tenho dúvida que vão tentar ganhar a eleição no tapetão, mas eu vou lutar até o último minuto para ser candidato a governador", garantiu o social democrata.

Resposta a altura

O partido, que foi preterido na composição final da chapa da situação, quer demonstrar toda a força política do grupo comandado por Riva, que só na semana passada admitiu o desejo de disputar o pleito de 2014. O deputado estadual já havia anunciado que ao final desse mandato deixaria a política e trabalhava a candidatura de sua filha, Janaína Riva, para sucede-lo na Assembleia Legislativa, mas mudou de ideia na última hora, impulsionado por seus principais aliados.
 

Riva é tido como a principal liderança política do estado no interior. A cada eleição ele supera seus recordes. Em 2010 foi o mais votado em Mato Grosso e o segundo mais votado do Brasil, proporcionalmente, com 93.594 votos. Há cerca de 20 anos comanda a Assembleia se revezando nos cargos de presidente e primeiro secretário.
Riva contra artimanhas de poderosos que o querem governador de MT

Mesmo reconhecendo que possui uma enxurrada de processos, inclusive um por ter assumido publicamente a ‘paternidade’ do Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT), o deputado José Geraldo Riva, candidato do PSD ao governo de Mato Grosso, afirmou que não vai “jogar a toalha” diante da primeira dificuldade, embora assegure ser respeitador das instituições e do Poder Judiciário. 
 
 
“Soube por um advogado que estão preparando ações de impugnação [do registro de candidatura] na Justiça Eleitoral. Pois eu vou avisar: não vão me tirar da disputa [pelo governo de Mato Grosso] com ações no tapetão. Eu não vou jogar a toalha na primeira dificuldade”, disse José Riva sobre a dúvida de concorrentes e aliados quanto à segurança jurídica de seu pleito.
 
 
“Eu respeito as instituições e o Poder Judiciário de Mato Grosso. Mas não temo isso [cassação da candidatura], porque sou forjado na luta. Não me assusta o tamanho do problema [judicial] que posam apontar”, argumentou Riva.
 
 
José Riva afiançou que é ‘Ficha Limpa’ e que tem plenas condições de estar na disputa eleitoral. “Não chegaria até aqui, para expor os companheiros, se não tivesse segurança jurídica sobre a minha elegibilidade”, emendou o deputado do PSD.

quarta-feira, 11 de junho de 2014


Mineração de filho e "testas" do governador Barbosa em fazenda grilada por ex-presidente do TCE-MT perfazem um bolo de trambiques já na mira da Polícia Federal


Um breve resumo: A fazenda em foco nesta matéria foi aparentemente (em grande parte) grilada pelo ex-presidente do TCE-MT, Antônio Joaquim, que responde a processo na Justiça tendo como denunciante um médico da região de Livramento, cuja família foi violentamente prejudicada no caso. Vendida pelo conselheiro a um dos "sócios" do governador Silval Barbosa, Wanderley Torres, o "dono" da Trimec - A Justiça Federal já sabe que o cidadão  é "testa" de Barbosa em várias empresas, atuando conjuntamente com Toninho Barbosa, irmão do governante - , a tal fazenda vem sendo foco de larga extração de minério, usado, logicamente, para lavar grana pública... Nessas sociedades secretas, também a participação atuante do prefeito Mauro Mendes, falso rival político de Silval só para ludibriar o povo.

De qualquer forma, entre os documentos em posse da Polícia Federal, que fazem parte das investigações na Operação Ararath, está a cópia de uma licença de operação, emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), ao empresário Rodrigo da Cunha Barbosa, filho do governador Silval Barbosa (PMDB).
A licença, de nº 307888/2013, autoriza Rodrigo a extrair “minérios de metais preciosos” em uma fazenda, chamada “Rancho T”, no município de Nossa Senhora do Livramento. O pedido para a operação garimpeira foi feito por ele, junto à Sema, em 17 de junho de 2013. A autorização foi liberada pouco mais de cinco meses depois, em 24 de novembro de 2013.
A L.O.(licença de operação) tem validade até 23 de novembro de 2016. Segundo apurou a reportagem, o foco no local seria a extração de ouro. Nos autos, junto à cópia da licença obtida pelo filho do governador, há outros documentos, também da Sema, referentes à mesma fazenda.
Nesses documentos, com datas até 2012, a “Rancho T” consta como sendo de propriedade de Antônio Joaquim Moraes Rodrigues Neto, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Um dos documentos em posse da Polícia Federal, ao qual o MidiaNews teve acesso, é uma notificação, feita em 31 de agosto de 2012, pela Superintendência de Gestão Florestal da Sema.
Na notificação, a Sema encaminha a Antônio Joaquim uma relação de pendências referentes a um processo, o de nº 103099/2005, referente à Fazenda Rancho T. Nos autos a que a reportagem teve acesso, a Polícia Federal não faz ilações a respeito da documentação.
Procurado pela reportagem, o conselheiro Antônio Joaquim informou, por meio de sua assessoria de imprensa que, de fato, era proprietário da fazenda. Segundo ele, a Rancho T – com 1200 hectares – foi vendida, em junho de 2012, para a empresa Trimec Construções e Terraplenagem, do empresário Wanderley Torres. A venda foi parcelada em 3 vezes. Segundo o conselheiro, a última prestação deverá ser paga no próximo mês de julho.
Tão logo seja quitada, Antônio Joaquim disse que irá transferir a escritura definitiva da propriedade à Trimec. A assessoria ressaltou que a transação comercial foi declarada no Imposto de Renda do conselheiro, nos anos de 2012 e 2013. O conselheiro explicou, também, que adquiriu a fazenda do ex-vereador Gonçalo de Almeida, o “Pente Fino”, que já presidiu a Câmara de Várzea Grande.
A Trimec , também investigada pela Operação Ararath, presta serviços ao Governo do Estado – e recebeu cerca de R$ 310 milhões, entre os anos de 2007 e 2014.

sábado, 7 de junho de 2014


"Bruaca" de dólares atravessando a ponte:
EX-SENADOR ANTERO  FAZ "PONTILHÃO" ENTRE  MAURO MENDES E MAKSUÊS LEITE


Tem que ter muito respeito pela mente brilhante do jornalista e apresentador de TV Makssuês Leite,que com três salinhas da sua gráfica"O Documento", em VG, faturou só em 2013 cerca de 14 milhões de reais oriundos de poderes como Governo Estado, TCE-MT, AL-MT, Câmaras e Prefeituras de Cuiabá e VG. De outro lado (não menos rendoso), via TV, jornal impresso, site e outros meios do Grupo ODOCUMENTO, ele descarregou - recentemente - suas  baterias contra o prefeito "embromador" e "nhapador" Mauro Mendes, sócio do governador Barbosa em muitos trambiques no Estado e fora dele. Makssuês pode ter descoberto algo bombástico e vem caceteando "de leve" e fazendo ameaças veladas ao "rabudo" prefeito, que colocou seu assecla Kleber Leite (Secom Cba) para resolver os "pepinos".Não deu certo, com Lima saindo desmoralizado do entrevero que, em curta frase, "ENVOLVE GRANA ALTA". Daí,  sem outra alternativa, Mendes colocou na linha de fogo seu novo "amigo maior" Antero Paes de Barros, notável ex-senador, e mais brilhante ainda "Excpert em ESQUEMAS MILIONÁRIOS" desde os bons tempos do governo Dante Oliveira. Mais amolecido com a polpuda conversa de pé de ouvido, Maksuês elogiou neste sábado, em seu site:

MENTE BRILHANTE
06/06/2014
Redação O Documento
  
O ex-senador Antero Paes de Barros, diretor da TV Pantanal (Rede TV), visitou o Grupo O Documento/TV Cuiabá. Falou de política e dos recentes fatos. Experiente, com ponderação e equilíbrio, disse que vê "bons e/ou graves" alguns acontecimentos recentes. Antero tem sido eixo da administração Mendes na difusão, marketing e relacionamentos, onde o prefeito vai "ruim das pernas" em se tratando de alguns auxiliares mais diretos.

Procuradores de todo País reforçam Força Tarefa visando colocar Barbosa e gang na cadeia



Procuradores do Ministério Público Federal de várias regiões do País reforçam as investigações contra o esquema de lavagem de dinheiro público com  envolvimento de famosos  políticos mato-grossensenses, entre eles o governador do estado, Silval Barbosa (PMDB) e o senador Blairo Maggi (PR-MT).  Reforçando ainda mais  o aprofundamento do caso está a presença do procurador Gustavo Pessanha Veloso, da Procuradoria Regional da República da 1ª Região, em Brasília.

A portaria que divulga os nomes dos procuradores que vão participar da força-tarefa a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot Monteiro de Barros, foi divulgada no Diário Oficial da União que circula nesta sexta-feira (6). Eles vão se dedicar às investigações pelo período de 30 dias, conforme diz a portaria.

Outros seis procuradores de Mato Grosso, entre eles a procuradora Vanessa Cristina Marconi Zago Ribeiro Scarmagnani, a qual comandou a investigação que resultou na deflagração da Operação Ararath pela Polícia Federal, no mês passado.
Sem liberdade, Eder pode "abrir o bico"  a qualquer momento, em Brasília

Eder Moraes / Depoimento Polícia Federal / PF

Tudo encaminha para revelações bombásticas de Éder em Brasília. Segundo fonte do Cacetão, de hora para outra as "bombas" engatilhadas explodirão, ocasionando estragos em Mato Grosso. Para agravar a situação, o  habeas corpus do ex-secretário de Estado Eder Moraes Dias, preso na Penitenciária da Papupa, foi negado na sexta-feira (6). O recurso foi indeferido pelo desembargador Mário Cesar Ribeiro, do Tribunal Regional Federal da 1º Região. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Tribunal. 

Eder, que está detido desde o dia 20 deste mês, conseguiu a liberdade no dia 29, mas acabou sendo reconduzido no sábado (31) para a carceragem por conta do seu segundo mandado de prisão, dessa vez decretada pelo juiz federal Jeferson Schnneider, da 5ª Vara da Justiça Federal de Cuiabá. 
 Pode estar em bancos panamenhos parte dos milhões surrupiados em Mato Grosso
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A mando de Barbosa, chefe da Casa Civil  Pedro Nadaf viajou várias vezes ao "paraíso fiscal"



Investigada na Operação Ararath com suspeita de lavagem de dinheiro, a empresa Global Participações Empresarias Ltda pode estar envolvida em remessas ilegais de dinheiro para o exterior, conforme indícios apontados em um relatório do dia 14 fevereiro deste ano da Polícia Federal.
Existem indícios de que a empresa investigadas era utilizadas para lavar dinheiro levantado através de operações diversas realizadas por Fernando Mendonça em parceria com Junior Mendonça. A legalização deste dinheiro ocorria por meio da remessa ilegal para o exterior.
Em um dos depoimentos prestados em delação premiada, Junior Mendonça chega a citar que o esquema de lavagem de dinheiro, que tinha como personagens políticos de Mato Grosso, utilizava contas no Panamá. Inclusive, afirmou que o secretário chefe da Casa Civil, Pedro Nadaf, havia ido ao país por três vezes a mando do governador Silval Barbosa (PMDB). 
Eder detalha valores levantados para campanha petista em Cuiabá

O ex-secretário de Estado Éder de Moraes Dias afirma ter levantado R$ 7,5 milhões para a campanha eleitoral de Lúdio Cabral (PT) em 2012, quando o ex-vereador foi candidato a prefeito de Cuiabá. A informação foi revelada em mais uma escuta telefônica que vazou de um dos processos judiciais resultantes das várias fases da Operação Ararath - investigações da Polícia Federal sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 500 milhões.

A quantia que supostamente teria sido levantada por Éder Moraes é equivalente quase 80% de todo gasto do petista declarada a Justiça Eleitoral, de R$ 9,4 milhões. "Eu arrumei R$ 7,5 milhões para a campanha dele com grupos ai que você conhece", disse Éder, que, na conversa, reclamava com o chefe do gabinete do governador Silval Barbosa (PMDB), Silvio Corrêa, sobre um assédio de Francisco Faiad (PMDB) a sua base eleitoral.

“Tô te ligando para dar um toque aí. É... esse doutor Faiad, companheiro, amigo, irmão, é... ele tem um pessoal dele aí, que trabalha para ele na campanha e tal, beleza. Sempre respeitei, nunca invadi a área. Diferente dele que tentou arregimentar um pessoal meu, que historicamente nas últimas dez eleições estão comigo, tanto para apoiar o Silval quando ele foi governa ..., candidato a governador, tanto para apoiar o Blairo, enfim, porque é o grupo Senadão aí que são trezentas e poucas associações ou entidades”, diz trecho da conversa.

No ínterim da conversa, Éder ainda conta que ficaram pendências financeiras da campanha de 2012, a qual ele já teria deixado totalmente nas mãos de Lúdio Cabral. “Porque ficou algumas coisinhas de campanha para resolver que ele resolveu, problema é dele, ele que se foda, a campanha é dele, o candidato a prefeito foi ele e o outro, não fui eu. Eu arrumei sete milhões e meio para a campanha dele de doação, com grupos aí que você conhece, então .” (olhar Direto)

Por fim, Éder reforça o pedido por uma intervenção e ameaça até mesmo uma briga dentro da base do governador, caso Faid decida continue com o assédio. 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Mesmo usando vaselina, José Riva arromba "rosqueta" de Silval Barbosa por conta de abandono ao setor cultural de Mato Grosso



Mesmo sem citar nome do "cacique mor" no Estado, o  deputado estadual José Riva (PSD - FOTO) não poupou críticas ao governador Silval Barbosa (PMDB), na quarta-feira (4), durante sessão notura na Assembleia Legislativa, e denunciou a falta de orçamento da Secretaria de Estado de Cultura (SEC),  lembrando  que as denúncias feitas pela ex-titular da pasta, Janete Riva, resultaram no recolhimento de documentos pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), na última segunda-feira (2).  Sobre o orçamento da pasta, Riva justificou  que a secretaria não possui recursos para comprar um 'cafezinho'. “O que fizeram com a secretaria de Cultura foi um crime contra a cultura de Mato Grosso. Pegaram o orçamento da pasta, tiraram a Fonte 100, colocaram um fundo que não arrecada e hoje está sub-judice. O que estão fazendo com a SEC e com a Sedraf (Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar) é uma sacanagem”, criticou.
 
Riva revelou que ex-secretária, quando entregou a pasta, foi através de embate, pois queria cumprir todos os compromissos firmados para não ficar com a imagem de caloteira. “Quando ela disse que queria sair em função disso, eu falei, saia. Foi o que ela fez. Hoje, se o secretário Fabiano Prates quiser e eu sei que ele quer, dar R$ 5 mil reais para qualquer evento cultural, não tem para dar”, observou. Em virtude da falta de orçamento, Riva argumenta que não se pode cobrar dos secretários da pasta. “Não tem como cobrar do secretário, pois os convênios feitos não são pagos. O trabalho feito pela Janete e agora do Fabiano são exemplares, pena que não tem recurso para se fazer”, disse.  
 
DENÚNCIA – Riva lembrou que Janete Riva recebeu denúncias de fraudes em alguns projetos no ano passado e na ocasião, ingressou com pedido junto à Polícia Judiciária Civil (PJC) para a investigação, conduzida por meio da Defaz. “A Janete vinha investigando projetos fraudulentos, denunciou e agora a polícia chegou ao endereço certo. Existem projetos que tem nome de pessoas que as vezes nem sabiam que contavam com esse pedido”, comentou.  Após as denúncias de Janete, a Defaz recolheu os documentos de projetos aprovados pelo Programa de Ação Cultural (Proac) de 2012 a 2014.
 
Antes de Riva, o deputado Guilherme Maluf (PSDB) já havia criticado a falta de apoio do Governo do Estado para a Festa de São Benedito, a mais tradicional festa religiosa do estado. “É um absurdo que um projeto de R$ 40 mil para uma das festas religiosas mais importantes do país não tenha sido aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura”, afirmou.
Prefeito Mauro Mendes, assim como seu 

sócio Silval Barbosa também na mira da 

Justiça Federal, sempre rodeado por grandes 

amigos e "astros" dos noticiários policiais



Grudados, felizes, ricos, prefeito Mauro Mendes e seus muitos amigos milionários estão na ativa para comprovar o adágio popular de que "dinheiro atrai dinheiro", e mesmo se "surrupiado", rico dificilmente  esquenta colchão de presídio no Brasil. São raríssimos os casos. Assim sendo, 3 construtoras com problemas na Polícia Federal por fraudes públicas estão batendo recordes como  vencedoras de licitações na prefeitura de Cuiabá, como a última de R$ 150 milhões para pavimentação asfáltica. Sobre a primeira, o dono já foi algemado pela Federal (Pacenas), o outro a Ararath pilhou, e a última é de um recém-filiado no partido do prefeito Mauro Mendes, aliás, também candidato a qualquer coisa nas eleições que vêm, com a torcida e apoio febris de Mendes.

"Federais não vão parar enquanto não prender mais figurões em Mato Grosso", avaliou deputado 


Com rabo entre as pernas, Silval nem dorme direito, temendo "engaiolamento"...
Boatos correntes no Paiaguás são de que o governador Silval só tem pego no sono após ingestão
 de tranquilizantes, que de tão forte estão propiciando um aspécto de "NOIADO" ao governante.


Em contato com a imprensa regional, na quarta (4), o deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), representante do Norte  do Estado na AL MT, mostrou-se entusiasmado com  os avanços dos trabalho investigativos das autoridades federais no Estado, "profetizando" que novas "operações" ocorrerão nos próximos dias, com mais "figurões" sendo levados presos para Brasília, dentre eles, governador Silval Barbosa, parentes e sócios laranjas nos seus negócios milionários. Entusiasmado,  defendeu que as investigações conduzidas pela Polícia Federal na Operação Ararath substituam os trabalhos que seriam desenvolvidos pela arquivada CPI da Trimec, arquivada pela Assembleia Legislativa. Por conta da Força Tarefa recém-criada em Brasília, os boatos correntes no Paiaguás são de que o governador Silval só tem pego no sono após ingestão de tranquilizantes, que de tão forte estão propiciando um aspécto de "NOIADO" ao governante.

A Comissão Parlamentar de Inquérito tinha como objetivo apurar supostas irregularidades em contratos do Governo Silval Barbosa (PMDB) com a empresa Trimec Construções e Terraplanagem.  Emais: descobriu-se que, na realidade, o governante era sócio oculto do empresário Wanderley Torres, de quem é amigo pessoal há vários anos. O democrata, autor do pedido, tentou por duas vezes emplacar a CPI, uma em 2013 e outra no início deste ano. No entanto, ele não conseguiu o apoio necessário dos seus pares para que fosse feita a investigação.  “Vejo que [a empresa] já está sendo investigada pelo MPF. Não tínhamos assinatura suficiente para abertura da CPI, mas a investigação já está aí. Não precisou da assinatura dos deputados e o Ministério Público, certamente, vai fazer a parte que caberia muito a nós ter feito antes dessa operação”, disse Dilmar.
A operação da Polícia Federal, desenvolvida em uma quinta etapa no dia 23 de maio passado e que investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos dentro dos Poderes do Estado, teve também como alvo a empreiteira Trimec, que pertence ao empresário Wanderley Torres, de Várzea Grande. Entre o Governo Blairo Maggi (PR) e Silval Barbosa (PMDB), a Trimec recebeu cerca de R$ 310 milhões dos cofres do Estado. As empresas de Wanderley Tores foram alvos de busca e apreensão durante a Operação Ararath. “O que nós poderíamos fazer já foi feito, que foi levar ao Ministério Público os documentos com as denúncias de irregularidades. Estão fazendo uma investigação de muita responsabilidade, já que há não só essa empresa como alvo, mas várias outras que executam serviços ao Estado”, afirmou o deputado do DEM.

Cada vez mais encurralado e com risco de 
cassação do mandato, governador Barbosa  é 
desmentido por dono de "Banco Clandestino" 
que abastecia organização criminosa com 
dinheiro "lavado"

De acordo com o  "banqueiro", a nota foi assinada dessa forma a pedido do próprio Silval, a fim de garantir o pagamento a outro agiota.


Com a força tarefa montada esta semana, em Brasília, analistas asseguram que dificilmente o governador Silval Barbosa concluirá seu mandato,  podendo ser de hora para outra despejado do cargo, juntamente com seu secretariado e asseclas que comandam  megas roubalheiras no Estado.  Para piorar ainda mais a situação, as declarações prestadas à Polícia Federal pelo agiota Júnior Mendonça,  "delator premiado" da Operação Ararath, se chocam com a afirmação do governador Silval Barbosa (PMDB) que, questionado pela imprensa sobre uma nota de R$ 702 mil encontrada durante as investigações, alegou que teria sido avalista de Mendonça, já que seu nome consta no campo de avalista e do agiota, no campo de emitente.
Conforme o depoimento de Júnior Mendonça, essa teria sido apenas uma das transações feitas entre ele e Silval. Nesse caso, Mendonça relatou à PF que Silval fez um empréstimo junto a outro agiota, Fernando Garuti, e pediu que Mendonça pagasse a conta.
Ainda de acordo com o delator, a nota foi assinada dessa forma a pedido do próprio Silval, a fim de garantir o pagamento ao outro agiota.
Mendonça afirmou à PF que o valor foi pago por ele à Garuti e que a quantia entrou no esquema da ‘conta corrente’, que já mantinha com o Estado.
“QUE SILVAL BARBOSA tomou empréstimo junto a FERNANDO GARUTI, no valor de RS 702.000.00 e pediu para o depoente garantir o pagamento mediante emissão  da promissária: Que foi o depoente quem pagou FERNANDO GARUTI. (...). QUE esse valor entrou no esquema do grupo de "conta corrente" mantido com o depoente, ou seja. a relação de créditos e débitos mantidos entre eles”, relata trecho do depoimento do delator.
 A nota em questão foi datada em 20 de setembro de 2008, com vencimento para 20 de novembro de 2008.
Com base no depoimento o delegado da Polícia Federal,  Wilson Rodrigues de Souza Filho, conclui que a prática revela uma verdadeira organização criminosa instalada nos altos escalões do Estado de Mato Grosso, que se utilizou da estrutura de instituição clandestina informal mantida por Júnior Mendonça.
DECLARAÇÕES DE SILVAL
Quebrando o silêncio após a deflagração da Ararath, no dia 20 de maio, Silval declarou à imprensa, nesta terça-feira (03), que assim como a maioria dos empresários de Cuiabá, conhecia Mendonça, que atuava com uma instituição financeira.
“Conheço sim. Todo mundo conhece. O Júnior Mendonça é uma figura pública porque todos os empresários tinham ele como um banco”, frisou.
Diante da nota promissória no valor de R$ 702 mil Silval alegou que sua assinatura consta no campo de avalista, portanto ele não teria feito o empréstimo.
“Parece que o Silval Barbosa, na campanha, aparece como avalista do Júnior Mendonça. É uma nota assinada como avalista em nome do emitente. Como que eu pego um dinheiro com um determinado cidadão e ele é emitente e eu sou o avalista?”, explicou.
Com fama de PINÓQUIO governador Barbosa é cobrado por promessas descumpridas em reunião com parlamentares da AL-MT



Cerca de 20 deputados se reuniram com o governador,Silval Barbosa,  na quarta (4) cobrando promessas feitas na campanha de 2010, e ainda não cumpridas em sua maior parte. 
Conforme o deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), o Estado ainda não terminou de pagar as emendas parlamentares referentes a 2011. O democrata afirma que os deputados que devem concorrer à reeleição ficam até “sem jeito” para pedir voto em suas bases, uma vez, que as obras prometidas e colocadas como emendas não foram realizadas pelo governo.
Ressalta ainda que o período de seca já iniciou em maio. No entanto, o governo do Estado ainda não iniciou um grande programa de recuperação das rodovias estaduais.
Já o deputado Wagner Ramos (PR) destaca que o principal problema tem sido a saúde pública. Afirma que não é admissível que o Pronto Socorro de Cuiabá receba todos os problemas do interior do Estado.
O republicano reclama que semanalmente precisa ir ao palácio cobrar do governo para que faça o pagamento a hospitais que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS) na região de Tangará da Serra.
O parlamentar defende ainda o fim do contrato com as Organizações Sociais de Saúde (OSS) que administram a maior parte dos hospitais regionais do Estado. Afirma que em algumas unidades o serviço funciona bem. No entanto, em outros locais as OSS não fazem um trabalho exemplar.